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Após o atacante Neymar ser submetido à amigdalectomia – cirurgia de retirada das amígdalas – em 2013, muitos pais têm procurado o otorrinolaringologista para verificar se também seus filhos e filhas têm indicação da mesma cirurgia. O craque operou porque apresentava amigdalite crônica, doença sem resolução total mesmo com o uso da medicação adequada.

O quadro mais comum em crianças são as amigdalites agudas de repetição. Na maior parte das vezes, quando causadas por bactéria, elas se manifestam com febre alta (acima de 38,5 graus), aumento de gânglios no pescoço, mau hálito, falta de apetite e abatimento físico. O tratamento é feito com antibióticos.

Geralmente, indica-se a cirurgia quando a criança apresenta mais de três episódios de amigdalite bacteriana por semestre ou desenvolveu alguma complicação decorrente dessa doença. Dentre as complicações que podem ocorrer, encontram-se os abscessos (coleções de pus nos tecidos ao redor das amígdalas), meningite e febre reumática. Com a cirurgia, procura-se o controle das infecções e a diminuição do uso excessivo de antibióticos, que pode predispor a infecções por bactérias mais resistentes e de mais difícil tratamento.

Nos dias atuais, para maior segurança da criança, a cirurgia é realizada somente com anestesia geral. É um procedimento considerado simples e de curta duração (aproximadamente, 45 minutos). A recuperação da criança é rápida e, normalmente, após uma semana, ela já está de volta às suas atividades normais.

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