
Dentre as doenças atendidas pelos otorrinolaringologistas, uma das mais prevalentes é a Rinite Alérgica, afetando até 20% da população. De acordo com o III Consenso Brasileiro sobre Rinites, seu diagnóstico é baseado em três pilares: história de nariz entupido, coriza, coceira no nariz, olhos, garganta ou ouvidos, exame com endoscópio evidenciando uma coloração pálida dentro nariz e o teste cutâneo alérgico positivo.
Ácaros, pólens, grama, pelos de gato e cachorro estão entre os agentes desencadeantes de alergia mais frequentes.
Algumas medidas podem ser tomadas para diminuir a necessidade do uso de medicações e propiciar o melhor controle dos sintomas:
- Lavagem dos lençóis, fronhas e roupas em água quente (acima de 60 graus).
- Colocação de capas impermeáveis para o travesseiro e o colchão.
- Se for muito difícil afastar de casa o animal de estimação causador da alergia (gato ou cachorro), que tem o melhor resultado, deve-se pelo menos lavá-los mais frequentemente, duas a três vezes na semana.
- Instalação de filtros de ar nos cômodos da casa.
- Uso de acaricidas.
- Nas crianças, alguns estudos demonstraram que o aleitamento materno exclusivo até os quatro meses de idade e a exposição precoce a alguns animais tem eficácia para diminuir a incidência da Rinite Alérgica.
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