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A cirurgia das amígdalas é o procedimento realizado para a retirada das amígdalas. Ela também é chamada amigdalectomia ou remoção das amígdalas.

As amígdalas, assim como as adenoides, são acúmulos de tecido linfóide, ou seja, são parte do sistema imunológico, que é responsável pela defesa do nosso organismo. Elas estão localizadas no fundo da garganta, de cada lado da úvula (campainha), e podem ser vistas com a boca aberta. Quando respiramos o ar passa pelas amígdalas, de modo que, juntamente com as adenoides, atuam como barreiras contra microorganismos que entram pelo nariz e pela boca. No entanto, essa ação parece estar restrita até os três anos de idade, e a sua remoção não prejudica a ação do sistema de defesa do nosso organismo.

Por uma série de fatores, essas estruturas podem tornar-se um problema e ocasionar sintomas diversos, como: ronco noturno constante; nariz entupido com frequência; infecções repetidas da garganta, do nariz ou do ouvido; e dificuldade para engolir. Diante da suspeita, deverá ser feita uma avaliação por um otorrinolaringologista, que poderá indicar a cirurgia.

Frequentemente as amígdalas são retiradas ao mesmo tempo em que se realiza a cirurgia de adenoides, e, na maioria dos casos, é realizada em crianças.

 

Cirurgia das amígdalas: como funciona

A cirurgia é realizada sob anestesia geral e dura, em média, 30 minutos. Inicialmente, é colocado um instrumento para manter a boca do paciente aberta e, então, o cirurgião remove as amígdalas com um instrumento chamado aspirador descolador. Essa remoção é feita com pequena quantidade de sangramento e, na maioria dos casos, não são necessários pontos para fechar o local de onde foram removidas as amígdalas.

A cirurgia é finalizada e o paciente permanece na sala de recuperação até recobrar a consciência, quando será liberado para casa. Geralmente, a cirurgia dura trinta minutos e o paciente vai para casa algumas horas após o término.

Retirada das amígdalas: pós operatório e recuperação

A recuperação costuma ser muito boa, sobretudo para as crianças. O paciente vai para a casa no mesmo dia da cirurgia e a recuperação completa cerca de sete dias. Neste período, deverão ser tomadas algumas medidas para minimizar os riscos e melhorar os resultados: dieta líquido-pastosa fria nos três primeiros dias (iogurtes, sorvetes, gelatina, sopa batida, etc); repouso em casa por sete dias e uso de analgésicos em caso de dores de garganta e de ouvido.

Algumas dificuldades podem ser apresentadas no período de recuperação, mas geralmente não oferecem risco à saúde do paciente. Febre de até 38 °C nos dois primeiros dias, fios de sangue no catarro, dor de garganta e de ouvido, são comuns e não apresentam risco grave. Caso a febre persista ou haja sangramento ativo, o médico deverá ser avisado.

 

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